JORNAIS

JORNAL A VOZ DE BARRINHA
O Jornal a Voz do Povo, data de 1958, sendo o primeiro jornal a circular na cidade. O jornal funcionava na Rua cordeiro 132, sob a direção de Luis Rocha Camargo, e tendo como secretaria Idalina M. B. Camargo. O jornal durou segundo informações até a década de 1960, quando seus diretores mudaram se do Município. O telefone do jornal na época era 40.

Jornal de Barrinha
O seu proprietário é João Carlos Fossalussa, e Augusto José Sagula, tendo lançado cerca de 100 edições. O jornal foi o único representante durante muito tempo, da história escrita da cidade O jornalista responsável era Flavio José do Valle e as matérias eram redigidas por Galleno Amorim

JORNAL O MOGI
Foi lançado na cidade, lançado no dia 25 de junho de 1.988, e seu proprietário era Claudio V. Cosntantini. O jornal permaneceu fechado durante algum tempo, e em 1.992 começou a circular normalmente, indo até o final de 1.994, quando foi suspenso o trabalho.

Além desses veículos vários outros já circularam por Barrinha em determinadas épocas, tais como A VOZ DA IMPRENSA, O BARRINHENSE, FOLHA DE BARRINHA, entre outros, além de jornais dirigidos a públicos distintos, tais como evangélicos, jornais de escolas, etc.

Há 4 anos o único jornal a circular periodicamente em Barrinha é o Jornal CIDADES.

RADIOS

Em Barrinha, a primeira rádio comunitária a ser instalada tinha como presidente Beto Abacaxi, a Rádio Cidade FM, e foi durante muitos anos a rádio da cidade, apesar de não estar legalizada.

Depois dela várias outras foram instaladas, emuitas também foram fechadas pela Anatel.

Barrinha possui hoje uma emissora comunitária legalizada, a Rádio cultura FM, onde a associação leva o nome de Associação Beto Abacaxi, em homenagem ao primeiro radiodifusor da cidade.

RECORDINHA

Recordinha

A recordinha se resumia em duas cornetas de 75 watts, e uma vitrola Philips que formavam o serviço de alto falante da cidade. O locutor oficial era Orlando zambonini (Caco), que iniciou este serviço em 1.972 e foi até 1.984, quando por desavenças politicas se acabou. A população se divertia com a música e todo tipo de serviço era passado através deste serviço de rádio. A recordinha se iniciava com o famoso dobrado da Banda do corpo de Bombeiro - o 320. Recados amorosos, utilidade pública, eram anunciados pela Recordinha, que na época alcançava todos os cantos da cidade, e tinha grande audiência e respeito da comunidade.