
A história de Jaboticabal - 1
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1819: Começo da fundação da cidade, com a chegada de João Pinto Ferreira, que adquiriu uma das últimas sesmarias doadas pelo Império na região. Antes disso, já havia um núcleo comunitário no local onde hoje estão a igreja matriz e a praça Joaquim Batista, marco zero da cidade. Os habitantes da época se aproximaram dos índios caiapós que viviam na região.1893: Inauguração da Estrada de Ferro, uma iniciativa dos fazendeiros de café. Junto vieram os imigrantes (portugueses, japoneses e principalmente italianos), que fizeram da cidade uma das mais promissoras do interior do estado. Há 173 anos, antes dos desmembramentos que deram origem a mais de 130 cidades, Jaboticabal foi o maior município do estado de São Paulo. Em 1901, metade da população era de imigrantes. 1896 - 1897: Epidemia de febre amarela em Jaboticabal e nos demais municípios da região. Os sepultamentos eram feitos no cemitério Bom Jesus do Lazareto, ainda existente hoje, no bairro do Barreiro. Algumas sepulturas ainda estão lá, onde também está a capela do Bom Jesus do Lazareto, construída em 1903. OBS: Depois desta epidemia, outros desastres ocorreram na cidade: na década de 1910, a varíola; em 1918, uma geada que dizimou toda a cultura cafeeira; e entre 1920 e 1922, um terremoto. |
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1903 - Surge o Jornal o Combate, um dos mais antigos do interior Paulista, com mais de 100 anos de existência
1908: Concessão de telefone, com a instalação da União Telefônica de Jaboticabal.
1910: Chegada da luz elétrica, gerada onde hoje fica o distrito de Córrego Rico.
1911: Inaugurado o primeiro cinema da cidade, o Cine teatro Polytheama.
1914: O Colégio Santo André se instala em Jaboticabal.1917: Inicia-se o calçamento da cidade. O Ginásio São Luiz (atual E.E. Aurélio Arrobas Martins) é inaugurado.1927: Inauguração do Cine teatro Municipal, com o filme "O usurpador". Reconhecimento da Faculdade de Farmácia e Odontologia.
1929: Com a crise da superprodução do café e a quebra da Bolsa de NY, o município rico em terras férteis se torna pobre, passando a implantar a cultura do algodão e de cereais. A cidade consegue se reerguer também graças aos seus habitantes cultos, que fez dela um pólo cultural, consagrando-a com o título de Athenas Paulista.